
Comumente usado para tratar disfunção erétil, o Viagra pode ter um benefício adicional: reduzir o risco do desenvolvimento de Alzheimer, um transtorno neurodegenerativo progressivo e fatal que se manifesta pela deterioração cognitiva e da memória, sobretudo em pessoas de idade.
A descoberta foi feita por pesquisadores do Centro Médico Monte Sinai, em Nova York (EUA). De acordo com o estudo, o sildenafil, princípio ativo do Viagra, bloqueia uma enzima encontrada no cérebro de quem sofre da doença, a PDE5.
Em pacientes com Alzheimer, a proteína está “significativamente aumentada” na parte do cérebro que gerencia a memória, como informa a pesquisa. A análise foi feita com mais de 27 mil pessoas com mais de 65 anos.
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