
A guerra do transporte coletivo em Sete Lagoas terá outra frente de batalha: a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que vai apurar a legalidade do contrato entre a Turi e o Municipio de Sete Lagoas.Até a semana que vem, o presidente da Casa, vereador Cláudio Caramelo deverá nomear os cinco vereadores titulares e seus respectivos suplentes para a CPI. As indicações são feitas pelos partidos ou blocos partidários.Â
Em discurso, o vereador Milton Martins (PSC) deixou dúvidas sobre o contrato e vê que apenas a CPI tem condições de esclarecer o caso. Para ele, a Prefeitura de Sete Lagoas tem que agir rapidamente para que a legalidade dos processos licitatórios não sejam eivados de erros insanáveis.
Com a CPI instalada, os próximos passos são: nomeação dos cinco vereadores titulares e seus respectivos suplentes, de acordo com indicações de seus partidos ou blocos partidários; eleição do presidente e do relator da CPI; definição dos trabalhos, apontamento das pessoas a serem ouvidas pela CPI e outras diligências que se fizerem necessárias; elaboração do relatório da CPI e, por fim, discussão e votação do relatório pelo Plenário da Câmara Municipal.
O prazo para conclusão dos trabalhos da CPI é de 120 dias, mas poderá ser prorrogado caso haja comprovada necessidade de se investigar mais sobre o sistema de transporte coletivo de Sete Lagoas.

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