
A vacinação contra a dengue com as doses da Qdenga já começou em Minas Gerais e, a partir desta terça-feira (27 de fevereiro), fica disponível nos Centros de Saúde da capital. Em meio à corrida para imunizar crianças de 10 e 11 anos, orientações das autoridades de saúde indicam o tempo ideal para vacinar após o diagnóstico de dengue e a atenção aos sintomas da doença antes de procurar o postinho.
De acordo com o Ministério da Saúde, a vacina contra a dengue pode ser administrada junto com as demais doses do calendário de vacinação infantil sem nenhum tipo de problema. Assim, a ida ao postinho pode ser aproveitada para atualizar a carteira de vacinação. No entanto, é preciso prestar atenção caso a criança tenha pegado a doença recentemente.
Em caso de diagnóstico positivo para dengue, a orientação é que a pessoa aguarde seis meses após o início dos sintomas para iniciar o esquema vacinal. Já se a infecção pelo Aedes aegypti ocorrer entre uma dose e outra da vacina Qdenga, o ciclo vacinal pode ser seguido normalmente. A única exceção é não tomar a segunda dose dentro de um período menor de 30 dias do início da doença.
Não. Da mesma forma que é preciso esperar seis meses após a infecção para vacinar, em caso de sintomas de dengue, o recomendado é procurar um atendimento médico o quanto antes.
O esquema vacional da Qdenga é composto por duas doses, que devem ser aplicadas em um intervalo de três meses.
Nesta primeira fase, crianças de 10 e 11 anos podem se vacinar. Depois, o público será ampliado para adolescentes de até 14 anos.
Para receber o imunizante, é obrigatório apresentar documento com foto, comprovante de endereço e o cartão de vacina da criança.

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