
O Ministério Público Eleitoral solicitou à Justiça Eleitoral a retirada imediata de uma pesquisa eleitoral divulgada pelo candidato Júnior Sousa, após constatar que a divulgação não seguiu as exigências da lei eleitoral. De acordo com o parecer da Promotoria Eleitoral, a pesquisa, divulgada nas redes sociais e em panfletos, omitiu informações obrigatórias, conforme o artigo 10 da Resolução TSE 23.600/19.
Essa irregularidade, segundo o Ministério Público, compromete a lisura do processo eleitoral e pode influenciar o eleitor de forma equivocada. A pesquisa, que foi amplamente divulgada por Júnior Sousa e sua equipe, é vista como uma tentativa de manipulação durante a campanha, com o objetivo de enganar os eleitores de Sete Lagoas.
O pedido de tutela antecipada foi acolhido pelo Ministério Público, que recomendou a retirada imediata das publicações nas redes sociais, especialmente no Instagram, rádio e o recolhimento de todos os panfletos distribuídos. A promotora eleitoral Clara Maria Hoehne Sepúlveda destacou que a divulgação irregular pode causar danos irreparáveis ao processo eleitoral, principalmente nos dias que antecedem a eleição.
Essa não é a primeira vez que o grupo de Júnior Sousa se envolve em situações polêmicas durante a campanha. A divulgação de dados de pesquisa sem conformidade com a legislação eleitoral reflete o clima de desorganização no núcleo central da campanha.
A Justiça Eleitoral deverá decidir em breve sobre a aplicação de multa e demais sanções ao candidato pela propaganda irregular.
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