
Minas Gerais registrou a primeira morte por febre Chikungunya no Estado. A informação foi divulgada pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) nesta terça-feira (4). A morte ocorreu em Governador Valadares, no Rio Doce, no último dia 11 de março. De acordo com a secretaria, a vítima é um homem de 72 anos portador de diabetes e hipertensão.
“O paciente apresentou início dos sintomas para a doença em 02 de março e veio a óbito em 11 de março. O óbito foi notificado para a SES-MG em 28 de março de 2017. O mês de março deste ano foi o que registrou o maior número de casos prováveis de chikungunya, com 7.747 casos”, informou a secretaria.
Em 2017 foram registrados e ocorreram 22 óbitos com suspeita da doença em Minas Gerais: 19 óbitos ainda estão em investigação, dois foram descartados e um foi confirmado no município de Governador Valadares.
A secretaria explicou que o encerramento de um caso suspeito de chikungunya, com evolução para óbito, depende da investigação do caso seguindo roteiro do Protocolo de Investigação dos óbitos por Arboviroses do Ministério da Saúde. “A investigação é realizada pelo município de ocorrência do óbito, dependendo também da liberação de resultados laboratoriais e análise do caso pelo nível central da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais. Após recebimento da investigação, o nível central gasta em média 30 dias para conclusão do caso”, explicou por nota.
O Megacidade.com entrou em contato com a Secretaria Municpal de Saúde de Sete Lagoas, No entanto, até o fechamento desta reportagem, não foi repassada nenhuma informação por parte da Assessoria de Comunicação Social sobre supostos casos de chikungunya na cidade.

Os sintomas da doença são febre alta, dor muscular, exantema (erupção na pele), conjuntivite e dor nas articulações (poliartrite). No Brasil o Aedes aegypti e o Aedes albopictus, mosquitos transmissores da dengue e da febre amarela, são os vetores da doença.
FONTE: Da redação com o tempo
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