
Manter o IPTU em atraso pode gerar uma série de problemas para o proprietário do imóvel. A primeira consequência costuma ser a aplicação de multa, cujo valor varia conforme a legislação de cada município. Além disso, incidem juros sobre o débito, fazendo com que a dívida aumente com o passar do tempo e dificulte ainda mais a regularização.
Se o imposto continuar sem pagamento, o valor devido pode ser inscrito na dívida ativa do município. A partir desse momento, o débito passa a ser cobrado judicialmente, o que pode resultar em bloqueio de bens, protesto em cartório e outras medidas legais. Em situações mais graves e prolongadas, o imóvel pode até ser levado a leilão para quitar a dívida, fazendo com que o proprietário corra o risco de perder seu patrimônio.
Para evitar esse tipo de situação, o ideal é buscar a regularização o quanto antes. Muitas prefeituras oferecem programas de parcelamento, descontos em juros e multas ou condições especiais para facilitar o pagamento. Manter-se atento aos prazos, consultar a situação do imóvel regularmente e aproveitar essas oportunidades pode evitar prejuízos financeiros e garantir a segurança do imóvel.
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