
Foram aplicadas, neste domingo, 25 de janeiro de 2026, as provas objetiva e de redação do concurso público da Polícia Penal de Minas Gerais. Ao todo, 146.321 candidatos inscritos disputam 1.178 vagas para homens e mulheres. Desse total, 907 vagas são destinadas aos homens, incluindo 91 para Pessoas com Deficiência (PcD), e 271 para mulheres, sendo 27 reservadas a PcD.
As provas ocorreram em escolas estaduais e instituições de ensino superior em diversas regiões de Minas Gerais. Em razão da alta demanda de candidatos residentes no Distrito Federal, as avaliações também foram realizadas, de forma excepcional, em Brasília/DF, garantindo melhor logística aos participantes que anteriormente precisavam se deslocar até Unaí, Noroeste de Minas.
O edital exige nível médio de escolaridade, não estabelece idade máxima para participação e oferece remuneração inicial de R$ 5.332,64, acrescida de ajuda de custo para despesas com alimentação por dia trabalhado. Os aprovados ingressarão no regime estatutário, com estabilidade e plano de carreira.
A Academia Estadual de Segurança Pública (AESP MG) é a responsável pelo concurso público da Polícia Penal de Minas Gerais e, há mais de um vem preparando o certame, em várias frentes. Segundo Marco Matos, diretor da AESP MG, a partir de uma integração com a Polícia Penal, várias ações de fiscalização externa das provas foram realizadas e todos os locais de prova tiveram policiais penais e da Academia, visando garantir o bom andamento do certame. “É um concurso com um número enorme de inscritos, são 150 mil inscritos, em 18 cidades em Minas Gerais, além do Distrito Federal, que receberam os candidatos para fazer as provas da primeira etapa.”
Segundo o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais, Rogério Greco, o concurso evidencia a valorização e o crescimento da Polícia Penal. “O número expressivo de inscritos demonstra o fortalecimento da instituição, que vem crescendo de forma acelerada. Na Grande Belo Horizonte, mais de 60 policiais penais atuam nos locais de prova, servindo como referência e fator de motivação para os candidatos”, destacou.
Para muitos candidatos, o concurso representa a oportunidade de transformação profissional e pessoal. André, de 25 anos, morador de Belo Horizonte, conta que decidiu prestar o certame por reconhecer a relevância da carreira. “Optei por prestar o concurso por reconhecer a importância do sistema prisional e do papel do policial penal na segurança pública e na ressocialização. Estou em minha segunda tentativa, agora com uma preparação mais consistente, inclusive no aspecto psicológico”, afirmou.
Próximas etapas
Esta foi apenas a primeira fase do concurso, composta pela prova objetiva e pela prova de redação. Os candidatos aprovados seguirão para o Teste de Condicionamento Físico (TAF), além da Avaliação Psicológica, Exames Médicos e da Investigação Social, todas de caráter eliminatório.
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