
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta sexta-feira (10), no Diário Oficial da União (DOU), novas regras para a atualização da composição das vacinas contra a Covid-19. A medida tem como objetivo ampliar a proteção da população diante das novas variantes do coronavírus que circulam no país.
Ao aprovar a norma, a diretoria colegiada da Anvisa destacou o aumento dos registros de síndrome gripal relacionados à Covid-19, cenário que evidencia a necessidade de adaptar os imunizantes para preservar a eficácia da vacinação.
Com a mudança, as vacinas deverão ser desenvolvidas para estimular resposta imunológica contra uma linhagem específica do vírus SARS-CoV-2 em circulação. Os imunizantes também deverão ser monovalentes e ter a variante LP.8.1 como antígeno preferencial.
A regulamentação ainda autoriza a utilização de variantes derivadas da cepa JN.1, como XFG e NB.1.8.1, desde que apresentem ampla e consistente resposta de anticorpos neutralizantes.
Já as vacinas atualmente disponíveis poderão continuar sendo distribuídas e aplicadas por até nove meses. Após esse prazo, os imunizantes que não estiverem adequados às novas exigências deixarão de ser comercializados e utilizados.
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