
A Apple ainda não divulgou uma data oficial para começar a vender no Brasil o iPhone X, comemorativo dos dez anos do smartphone. Mas nessa quarta-feira (1) vazaram os preços. De acordo com uma captura de tela que teria saído do sistema de uma loja da Apple, a versão com 64 GB de memória vai custar R$ 6.999, e a maior, com 256 GB, R$ 7.799.
O valor que paga este único smartphone é superior a oito salários mínimos (R$ 937) e praticamente quatro vezes mais que a renda média habitual do brasileiro – R$ 2.108 mensais, de acordo com dados divulgados nesta semana pelo IBGE. Os R$ 7.799 do iPhone X são mais do que o salário mensal de 97% dos trabalhadores brasileiros, segundo cálculos do nexojornal.com.br.
Ele será o iPhone mais caro do mundo. O site Quartz (qz.com), que calcula valores do aparelho em dólares, afirma que o preço brasileiro mais baixo, com desconto à vista (R$ 6.299,10), gira em torno de US$ 1.925. Mesmo com desconto, é o primeiro da lista mundial de preços, seguido pelo iPhone X na Hungria (US$ 1.455) e na Dinamarca (US$ 1.408). Até a revelação deste preço, nessa quarta-feira (1), o Brasil havia cedido o posto de mais caro do mundo para a Hungria.
Nos Estados Unidos, o aparelho custa US$ 999. Com os R$ 7.799 daqui, uma pessoa pode ir de Belo Horizonte para Miami pela Delta Airlines por R$ 2.560 – saindo no próximo dia 6 de novembro e voltando no dia 13, segundo cotação dessa quarta-feira (1) no site Decolar.com. Com a diferença, dá para comprar o iPhone X (cerca de R$ 3.270) e ainda sobram quase R$ 2.000 para uma hospedagem barata, como num quarto pelo Airbnb.
Levando-se em consideração apenas o aparelho, com sua tela infinita, identificação facial, câmera traseira dupla e processador ultrarrápido, o mercado brasileiro já oferece opções à altura ou, pelo menos, próximas. Além dos próprios iPhone 8 e 8 Plus, que começam a ser vendidos no Brasil nesta sexta-feira (3) e vão custar de R$ 3.500 a R$ 4.800 (com descontos à vista), o Samsung Galaxy Note 8, em pré-venda, custa R$ 4.799, mas pode cair para menos de R$ 2.600 nos programas de fidelidade das operadoras.
O que dá para comprar com um iPhone X de 256 GB:
Dois iPhone 7 Plus (R$ 3.799 cada, na loja brasileira da Apple);
Ao menos três Zenfone 4, o top de linha da Asus (R$ 2.099 no Submarino);
Uma TV inteligente 4K de QLED da Samsung com a novíssima tecnologia de pontos quânticos, HDR e conexão Wi-Fi, de 55 polegadas (R$ 8.279,99 na Miami Store);
Geladeira inteligente da Electrolux de display digital, com programa nutricional, receitas, calendário, recados, contatos e porta-retratos (R$ 6.029,90 no site do Walmart);
Ford Fiesta 1.0 MPI Street 2001/2002 (no site Webmotors);
Fiat Palio Fire Young 2002/2002 (no site Webmotors).
SÃO FRANCISCO, EUA. Com o novo iPhone X, que chegará às lojas em mais de 50 mercados nesta sexta-feira (3), a Apple está traçando o objetivo ambicioso de reinventar o smartphone – mais um vez. O celular emblemático que marca o décimo aniversário do primeiro iPhone pode ser uma oportunidade para a gigante da tecnologia se revigorar no mercado global, que experimenta um crescimento lento e uma maior concorrência.
A Apple subiu as apostas ao aumentar o preço inicial do novo aparelho para US$ 999 (aproximadamente R$ 3.270) para clientes dos Estados Unidos, um valor que será maior em outros mercados e de acordo com opções extras. As ações subiram depois que a empresa disse que as pré-encomendas “superaram as expectativas”.
O presidente da Apple, Tim Cook, descreveu o iPhone X como “o futuro do smartphone”, repleto de tecnologia, incluindo reconhecimento facial, carregamento sem fio e uma tela “edge-to-edge” (que ocupa toda a parte frontal do aparelho) feita de diodos emissores de luz (LED) orgânicos usados em televisores de ponta. “É um bom exemplo do presente, mas não é o futuro”, disse o analista de tecnologia independente Rob Enderle, qualificando o iPhone X como “uma coleção de tecnologias que não tinham sido colocadas juntas antes, mas que não são inovadoras”.
Alguns analistas consideram a inteligência artificial importante para o futuro do smartphone e observaram que a assistente digital da Apple, Siri, teve que colocar em dia alguns atrasos em relação aos concorrentes. “Pode-se dizer que a Siri está batalhando em comparação com o Google Assistant e a Alexa, da Amazon”, disse o presidente da Technalysis Research, Bob O’Donnell.
Empolgação dos fãs. Tuong Nguyen, analista da Gartner, costuma dizer que a Apple “pode revelar uma coisa que um concorrente entregou há três anos e, de repente, o mercado vai à loucura”.
O Tempo

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