
A temporada 2017/2018 da febre amarela é considerada a pior já registrada no país. A doença matou 170 pessoas desde dezembro e infectou 314 moradores mineiros. Mesmo mostrando estagnação, nos últimos 21 dias foram apenas dois casos e dois óbitos confirmados pela enfermidade, ainda há 170 notificações sendo investigadas.
Os casos da febre amarela são considerados do tipo silvestre, pois aconteceram em locais próximos a matas. Minas Gerais bateu o recorde negativo do último período da doença (2016/2017), que até então era considerado o pior ciclo. Na temporada anterior, foram registrados 475 casos e 162 mortes. O aumento nos números é justificado pela Secretaria de Estado de Saúde pela circulação do vírus por regiões mais populosas e que não tinham sido atingidas na temporada anterior.
O primeiro caso da doença na temporada atual, que começou em julho de 2017 e termina neste mês, foi em dezembro. Porém, os exames confirmaram a incidência de febre amarela em janeiro deste ano. Os casos foram de dois pacientes, moradores de Brumadinho, na Região Metropolitana de BH.
Do total de casos registrados neste ano, 420 são do sexo masculino e outros 64 do sexo feminino. Somente 13 mulheres morreram com a doença. A letalidade da enfermidade está em 35,1%.

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