Quarta, 30 de Setembro de 2020
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Política Comércio

Sete Lagoas poderá seguir normas municipais para flexibilizar o funcionamento do comércio

Informação do deputado estadual Douglas Melo foi confirmada pelo secretário adjunto de Sáude, Marcelo Cabral

14/08/2020 09h45
Por: Redação
Imagem do Google
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Através de um vídeo divulgado nesta sexta-feira (14), pelo deputado estadual Douglas Melo, foi informada como está a situação da flexibilização do comércio em Sete Lagoas.

Segundo ele, recebeu a informação da Secretaria de Estado de Planejamento, que Sete Lagoas teria uma alteração já nesta semana passando para a Onda Amarela. “Acabou que na reunião do Comitê do Estado, ficou decidido que não só Sete Lagoas, mas outras cidades do mesmo porte e que estão na mesma situação, se manteriam onde estão”, explicou o deputado.

Douglas Melo afirmou que em seguida ligou para o secretário de Estado, Otto Levy, e com o secretário de Desenvolvimento Econômico, Fernando Passalio, o qual disse que já que Sete Lagoas tem leitos de UTI da rede privada e que isso poderia entrar como suplementar, o município estaria na lista de cidades que serão beneficiadas a partir desta sexta-feira, com a deliberação 78 divulgada ontem (quinta-feira).

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“A deliberação diz que os municípios que tem essa situação com hospitais da rede particular com leitos de UTI e CTI, terão autonomia através da Prefeitura, para migrar para a Onda Amarela, o que dá Sete Lagoas a condição de abrir grande parte de seu comércio. Essa deliberação de N° 78 já está publicada, dizendo que os municípios como Sete Lagoas, que tem tais leitos na rede privada, entram como suplementar e passam a valer pelo Governo do Estado, podendo ter essa autonomia para flexibilizar o comércio.”, esclareceu Douglas Melo.

A informação foi confirmada em uma reportagem do programa “Bom Dia Minas” da Rede Globo, onde o secretário adjunto de Saúde, Marcelo Cabral, disse que o Governo estuda incluir leitos da rede privada no monitoramento que acompanha a rede hospitalar em Minas. “Esse estudo será feito neste período de 15 dias para a consideração destes leitos de planos de saúde privados ou seguros de saúde privados, os leitos exclusivamente privados, da chamada saúde suplementar, e que será trazido com esta consideração, a partir deste estudo, para que possibilite então a retomada responsável e gradual, mais otimizada como temos feito procurando viabilizar a retomada destas atividades laborais.”

A reportagem informou que segundo o Governo, enquanto o estudo não for concluído, os municípios que aderiram ao programa “Minas Consciente” que tiverem leitos de UTI privados e exclusivos para Covid-19, poderão seguir normas municipais de reabertura da economia. Com isso, cidades que ficam em microrregiões com ordem para manter apenas os serviços essenciais funcionando, poderão flexibilizar um pouco mais.

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 Veja o vídeo com a explicação do deputado Douglas Melo:

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