O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse acreditar “no bom diálogo” estabelecido entre o Parlamento e o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para acabar com a guerra das vacinas.
“Tenho certeza que quando a vacina tiver aprovação da Anvisa a gente conseguirá sim, com diálogo com o presidente da República, autorizar não só essa como todas as vacinas”, disse ele, referindo-se ao imunizante chinês desenvolvido pelo Instituto Butantan em parceiria com o laboratório Sinovac, que Bolsonaro já mostrou intenção de vetar.
“Espero que a gente possa construir por meio do diálogo a solução”, reforçou Maia, que nessa quarta-feira (21/10) deixou de receber Doria em Brasília porque teve uma indisposição.
Ele fez questão de desfazer boatos de que a briga entre Doria e Bolsonaro em torno da vacina poderia ter influenciado o cancelamento da agenda.
“Fiz questão de estar aqui [em São Paulo] hoje porque na quarta tivemos algumas notícias de que não o atendi por algumas notícias. Mas eu peguei uma virose, peguei dos meus filhos. Estou pegando uma virose a cada duas semanas, já emagreci 11 kg”, disse ele, que recentemente se curou da Covid-19.
Já o governador João Doria não se mostrou tão esperançoso no diálogo com Bolsonaro. Em sua fala, ele cobrou independência da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que estaria atrapalhando a importação de insumos para a produção da vacina
“No momento em que tivermos uma agência reguladora rompendo com seu compromisso, será o caos”, advertiu.

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