
Da sala de aula para o desespero. Essa foi a trágica passagem e alunas, professoras e demais servidoras da Escola Estadual Sinhá Andrade, no bairro Chácara do Paiva, em Sete Lagoas, viveram quando “moleques” fizeram um arrastão na porta da escola. O desabafo é da aluna R.T. (o sigilo será mantido para a segurança da vítima).
Ela tomou a inciativa de enviar o caso ao deputado Douglas Melo, depois de passar por seu mais trágico momento, como ela mesma descreve: O arrastão vitimou quatro que saíram mais cedo. Elas foram barradas por moleques que estavam do lado de fora da Escola!!! E assim que elas conseguiram escapar deles com a ajuda de uma pessoa que passava na rua, elas nos mandaram mensagem pedindo que não saíssemos naquele momento pois, eles estavam lá na porta novamente.”
Segundo a estudante, não havia um professor sequer no momento do arrastão. Ou seja, só havia mulheres. “A partir das 21h15 nos vimos reféns destes indivíduos. Tivemos que ficar trancadas dentro da escola por quase uma hora por medo deles fazerem algo com alguém que iria nos buscar”, relata.
A partir daí, a solução foi acionar a Polícia Militar. “Foi então que a Polícia foi até o local passou pela rua, e não parou, enquanto isso observamos a ação deles pela janela que eram mais ou menos 15 indivíduos, a Polícia passou e os meliantes se esconderam e assim que a Polícia foi embora eles saíram do mato e ficaram na porta da Escola novamente esperando as próximas vítimas. Sim, houve desespero e pânico por parte de todas nós que estávamos dentro da escola porque, algumas vão a pé até o ponto de lotação , outras pegam ônibus mais cedo e outras os maridos, namorados e parentes buscam na porta da escola. Temos várias situações e várias maneiras que cada uma das alunas utilizam para ir embora e ontem tivemos que entre nós, ajudar umas as outras, com carona e ir de turma para o ponto de ônibus entre outras soluções que tivemos que tomar de imediato pra ir embora com segurança, já que ligamos pra Polícia de novo e ninguém foi até a escola para nos ajudar e com isso nada foi resolvido!!!”, desabafou a jovem.
Por mensagem à estudante, o deputado estadual Douglas Melo se comprometeu com a causa. Disse: “ Hoje ainda entrarei em contato com o Coronel Baracho, comandante da 19ª RPM e com o Tenente-coronel Reinan, comandante do 25º Batalhão para passar a sua solicitação. Vou pedir a apuração dos fatos e solicitar maior patrulhamento no local. Se você quiser, marcamos uma reunião e levo a PM até a escola para que vocês possam relatar o risco que vem correndo. E pode ter a certeza de que na próxima semana já irei até a escola. Mas desde já, saiba que vou pedir uma investigação para descobrir os autores. Me coloco á sua disposição, como de todos da escola para resolver este problema”, garantiu o deputado.

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