
Pesquisadoras do Instituto Adolfo Lutz, em parceria com o Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da Universidade de São Paulo (USP), diagnosticaram, pela primeira vez no Brasil, casos de uma variação mais forte da tuberculose, chamada de extensivamente resistente.
O tratamento se torna mais complexo e com propensão a casos graves, porque a variação é caracterizada por maior resistência a antibióticos.
Quatro pacientes com tuberculose que estavam em tratamento apresentaram resistência a pelo menos dois medicamentos tradicionais. Um deles apresentou resistência aos quatro remédios disponíveis.
O trabalho de pesquisa está no estágio inicial e busca a elaboração de um modelo de laudo detalhado que auxilie os médicos no tratamento da tuberculose de forma mais eficiente e adequada a cada paciente.
As pesquisadoras estudam as características fenotípicas e genéticas da Mycobacterium tuberculosis – bactéria causadora da tuberculose – que apontem resistências do microrganismo a medicamentos.

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