
Pesquisadoras do Instituto Adolfo Lutz, em parceria com o Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da Universidade de São Paulo (USP), diagnosticaram, pela primeira vez no Brasil, casos de uma variação mais forte da tuberculose, chamada de extensivamente resistente.
O tratamento se torna mais complexo e com propensão a casos graves, porque a variação é caracterizada por maior resistência a antibióticos.
Quatro pacientes com tuberculose que estavam em tratamento apresentaram resistência a pelo menos dois medicamentos tradicionais. Um deles apresentou resistência aos quatro remédios disponíveis.
O trabalho de pesquisa está no estágio inicial e busca a elaboração de um modelo de laudo detalhado que auxilie os médicos no tratamento da tuberculose de forma mais eficiente e adequada a cada paciente.
As pesquisadoras estudam as características fenotípicas e genéticas da Mycobacterium tuberculosis – bactéria causadora da tuberculose – que apontem resistências do microrganismo a medicamentos.

CORDISBURGO Prefeitura de Cordisburgo inicia Campanha Nacional de Multivacinação para crianças e adolescentes
FORTUNA DE MINAS Fortuna de Minas realiza Campanha de Multivacinação no dia 22 de agosto
SETE LAGOAS Campanha Nacional de Multivacinação começa nesta segunda; veja quem deve se vacinar Mín. 18° Máx. 32°

