
A primeira vacina contra o câncer de pele começou a ser testada, na sexta-feira (26), no Reino Unido. O imunizante, desenvolvido pela Moderna em conjunto com a MSD, está na terceira fase de testes em busca da aprovação das agências reguladoras de saúde. O estudo é liderado pela University College London Hospitals.
Segundo o jornal inglês The Guardian, médicos que participam do estudo estão animados com o potencial da vacina em curar permanentemente o câncer de pele, especialmente em pacientes com melanoma. Na segunda fase de testes, os cientistas observaram que pacientes com melanoma grave, que receberam a vacina, tinham 49% a menos de chance de morrer ou do câncer regredir em três anos.
A especialista explica que o melanoma tem o potencial de provocar metástase, crescer e de se disseminar muito maior do que os tipos de câncer de pele.
“O câncer de pele do tipo melanoma é considerado mais agressivo. O seu prognóstico (chance de cura) depende do diagnóstico precoce. Quanto mais rápido o diagnóstico for feito, melhor vai ser o prognóstico do paciente. Então, se for detectado precocemente a taxa de cura desse câncer é muito alta. Mas, em casos mais avançados, já diagnosticados com metástase (quando o câncer se espalha para outros órgãos), a taxa de mortalidade aumenta. Cerca de 90% dos paciente que morrem de câncer de pele foram diagnosticados com melanoma”, esclarece.
Segundo o Ministério da Saúde, os principais sintomas do câncer de pele são:
A pasta ressalta que as lesões acontecem principalmente nas áreas do corpo que são mais expostas ao sol, como rosto, pescoço e orelhas. Assim que o paciente notar qualquer alteração na pele é necessário buscar um dermatologista para ser avaliado.

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