
O cantor sertanejo Gusttavo Lima, de acordo com as investigações da Operação Integration, teria ocultado R$ 9,7 milhões vindos de jogos ilegais da empresa HSF Entretenimento Promoção de Eventos.
O valor foi enviado à empresa do artista, Balada Eventos e Produções, por meio de dois pagamentos: um de R$ 4,9 milhões, no dia 25 de março do ano passado, e outro de R$ 4,8 milhões, em maio do mesmo ano.
Gusttavo também teria ocultado a propriedade do avião dele, que foi negociado por R$ 22,2 milhões com a empresa J. M. J. Participações LTDA, que é de José André da Rocha, outro investigado na mesma operação.
O sertanejo ainda teria ocultado valores de jogos ilegais das empresas Sports Entretenimento Promoção de Eventos e Pix 365 Soluções tecnológicas. Ele guardou nos cofres da empresa dele R$ 112.309,00, € 5.720,00, £ 5.925 e U$ 1.005,00 (mil e cinco dólares).
O esquema utilizado é o mesmo utilizado por Deolane Bezerra, que ocultou pagamentos da Esportes da Sorte (Sports Entretenimento) por meio da outra investigada, Pay Brokers.

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