
Uma operação da Polícia Federal (PF), que revelou um esquema de propina para a emissão de licenças ambientais fraudulentas a mineradoras em Minas Gerais, pode impactar as ambições eleitorais do governador Romeu Zema (Novo), pré-candidato à Presidência da República em 2026.
A operação, batizada de "Rejeito", investiga servidores da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Semad). O escândalo surge no momento em que Zema busca fortalecer seu nome para a corrida presidencial e já serve de munição para a oposição na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).
Inicialmente, o governador optou pelo silêncio, o que gerou críticas. Pressionado, Zema comentou o caso na tarde de quinta-feira (18/9). Para especialistas em ciência política, o episódio abre um flanco para que adversários explorem o tema durante a campanha de 2026.
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