
O movimento da categoria dos caminhoneiros contra o aumento dos impostos pelo Governo Federal, não atingiu o trecho da BR-040 em Sete Lagoas e região, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF). Para hoje, estão previstas várias paralisações que podem provocar a falta de combustível nesta terça-feira (1), segundo o diretor do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados do Petróleo do Estado de Minas Gerais (Minaspetro), Bráulio Baião Barbosa Chaves.
A paralisação dos caminhoneiros em vários pontos do país, começou a partir da zero hora desta terça-feira (1). “A paralisação preocupa muito, já que o reabastecimento nos postos é diário”, diz. O presidente do Sindicato dos Transportadores de Combustíveis e Derivados de Petróleo do Estado de Minas Gerais (Sindtanque), Irani Gomes, confirmou a participação da categoria no movimento. A paralisação é para protestar contra o aumento do PIS/Cofins sobre os combustíveis.
Para Chaves, o impacto não será sentido apenas nos postos. Compromete também o abastecimento de diversos setores. “Se não tiver óleo diesel, não tem como transportar mercadorias”, diz. Diretor do Sindtanque-MG, José Geraldo de Castro diz que vai faltar combustível e que a quantidade de dias da paralisação vai “depender do governo federal”. A Federação dos Transportadores Autônomos de Cargas de Minas Gerais (Fetramig) também apoia o movimento, conforme o presidente da entidade, Gilmar Carvalho.
O economista da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Sérgio Guerra, afirma que há impactos com a paralisação, já que matérias-primas deixam de ser entregues nas indústrias e o escoamento dos produtos fica comprometido. “Agora, a intensidade do impacto vai depender da adesão ao movimento e da quantidade de dias parados”, analisa.
Opinião divergente - Para o vice-presidente da Associação Mineira de Supermercados (Amis), Gilson de Deus Lopes, se a greve for de um dia, não haverá impactos expressivos. “Acima de cinco dias, aí a situação se complica para os produtos mais perecíveis, como hortifrutigranjeiros. Agora, itens de mercearia, como arroz, feijão, óleo, é possível manter o abastecimento por 15 dias”, diz. Ele diz que a manifestação é legítima, “por ser contra a alta dos impostos”.
Da Redação com O Tempo

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