Os partidos políticos receberão R$ 6 bilhões de dinheiro público em 2022. A maior parte deste dinheiro, R$ 4,9 bilhões, terá origem no Fundo Eleitoral, que é gasto exclusivamente para financiar as campanhas dos candidatos aos diversos cargos em disputa.
Os R$ 1,1 bilhão restante tem como fonte o Fundo Partidário, recurso que é repassado todos os anos às legendas para que elas paguem despesas com manutenção de suas sedes, funcionários, eventos, entre outras. Porém, é tradição que, em ano eleitoral, o Fundo Partidário seja usado para reforçar o financiamento das campanhas.
Todo esse dinheiro levanta a discussão sobre o custo das eleições no Brasil e se esse modelo se traduz em mais qualidade para a democracia no país.
“O custo da democracia existe”, diz o cientista político Rodrigo Prando, professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Ele defende a destinação de recursos públicos para o financiamento de partidos políticos e dos candidatos, mas não no montante atual, que considera “exorbitante”.

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