Os partidos políticos receberão R$ 6 bilhões de dinheiro público em 2022. A maior parte deste dinheiro, R$ 4,9 bilhões, terá origem no Fundo Eleitoral, que é gasto exclusivamente para financiar as campanhas dos candidatos aos diversos cargos em disputa.
Os R$ 1,1 bilhão restante tem como fonte o Fundo Partidário, recurso que é repassado todos os anos às legendas para que elas paguem despesas com manutenção de suas sedes, funcionários, eventos, entre outras. Porém, é tradição que, em ano eleitoral, o Fundo Partidário seja usado para reforçar o financiamento das campanhas.
Todo esse dinheiro levanta a discussão sobre o custo das eleições no Brasil e se esse modelo se traduz em mais qualidade para a democracia no país.
“O custo da democracia existe”, diz o cientista político Rodrigo Prando, professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Ele defende a destinação de recursos públicos para o financiamento de partidos políticos e dos candidatos, mas não no montante atual, que considera “exorbitante”.

POLÍTICA Ex-prefeito Kalil é condenado por improbidade e nepotismo em Belo Horizonte
SETE LAGOAS STF notifica empresários de Sete Lagoas e estabelece prazo para resposta sobre atos de 8 de janeiro
TITULO ELEITORAL Mais de 970 mil eleitores em Minas Gerais estão com o título cancelado e têm prazo para regularizar a situação
POLÍTICA Senado rejeita indicação de Jorge Messias ao STF em votação inédita
AUDIÊNCIA PÚBLICA Audiência pública na ALMG vai debater fim de cachês abusivos em shows
POSSÍVEL ALIANÇA Aécio Neves surpreende ao admitir chance de aliança com Luiz Inácio Lula da Silva em Minas: “Na política, nada é impossível” Mín. 18° Máx. 28°

