
A Secretaria de Saúde de Simões, no Piauí, confirmou uma morte por paracoccidioidomicose, popularmente conhecida como “doença do tatu”. Segundo informações divulgadas pelo município, outras duas pessoas estão internadas com o mesmo diagnóstico.
Apesar do seu nome popular, a doença não é transmitida por animais, nem de uma pessoa por outra. Para se contaminar é preciso ter contato com esporos (espécie de poeira) que estejam em solo contaminado pelo fungo causador da enfermidade.
De acordo com o comunicado divulgado pela secretaria de Simões, “a associação com o animal acontece porque o homem ao caçar tatus entra em contato com as tocas (buracos), onde o solo está contaminado pelo fungo“.
Os sintomas mais comuns causados pela doença são: lesões na pele, tosse, febre, falta de ar, linfonodomegalia (ínguas), comprometimento pulmonar e emagrecimento.

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