
Consórcios de saúde que atendem 800 municípios mineiros alertam para o risco de paralisação total do Samu 192 caso não haja tratativas urgentes com o governo federal ou estadual até a próxima terça-feira (8). Eles apontam um rombo estimado em R$ 56,8 milhões no custeio do serviço só em 2025.
Os consórcios alegam que os repasses do Ministério da Saúde, que deveriam cobrir metade dos custos, estão muito abaixo do previsto — em alguns casos, chegando a apenas 8% do valor acordado. A situação afeta diretamente a manutenção do serviço e também os cerca de 2 mil condutores socorristas, que reivindicam melhores salários e condições de trabalho.
A ameaça de interrupção preocupa especialmente porque o Samu cobre atualmente 93,7% do território mineiro. O Conselho Estadual de Saúde afirma que acompanha de perto o impasse.
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