
Um carro suspeito de ter sido usado no assassinato da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes foi apreendido na madrugada deste domingo (18) em Ubá, região da Zona da Mata.
A Polícia Civil de Minas Gerais confirma a informação. Uma equipe da delegacia de homicídios do Rio de Janeiro está em Ubá para realizar uma perícia no carro.
“Tudo leva a crer que é um dos carros utilizados no assassinato da vereadora. Policiais da delegacia de homicídios do Rio de Janeiro já estão vindo para Minas para auxiliar na apuração do caso”, confirmou a assessoria da PCMG.
Segundo a corporação, uma denúncia anônima feita na noite de sábado (17) levou a polícia a encontrar o carro suspeito. O veículo é do modelo Renault Logan e tem placa do Rio de Janeiro. A origem do carro, no entanto, seria o Paraná, local onde o emplacamento foi feito. O carro também seria objeto de leilão.
Cautela
O delegado antidrogas e homicídio de Ubá, Alexandrino Rosa, é cauteloso ao falar da origem do carro e disse que trabalha de forma intensa para saber qual a origem do carro encontrado na cidade.
"Eu estou indo atrás das pessoas que sabem quem é o proprietário e tudo. Vou conversar para saber melhor a situação e até para evitar que a polícia do Rio seja deslocado desnecessariamente e retire o foco da investigação deles lá de forma desnecessária", contemporizou o delegado.
A placa do carro

Cena do crime
Imagens de câmeras de segurança mostram que pelo menos dois veículos seguiram o carro que levava a vereadora Marielle. Um dos veículos exibidos nas filmagens é do mesmo modelo do automóvel encontrado em Ubá.
Marielle Franco e seu motorista Anderson Gomes foram executados na noite de quarta-feira (14), no Rio. A principal linha de investigação da polícia é de que Marielle foi executada. A direção dos tiros que atingiram o veículo em que a vereadora estava mostra que os assassinos sabiam exatamente onde ela sentou no carro. Os bandidos fugiram sem levar nada.
Marielle Franco
Atuante na defesa de mulheres, negros e homossexuais, ela também fez recentes denúncias contra a violência policial. A última delas, no dia 10, foi contra o 41.º Batalhão da Polícia Militar (Irajá), do Rio.
Segundo informação que ela havia recebido de moradores da favela do Acari, na zona norte, PMs haviam matado dois jovens na comunidade. A corporação nega.

Assalto Funcionário de 71 anos fica ferido em assalto armado a escritório em Sete Lagoas
Protesto Mobilização em Curvelo pede fim da violência de gênero e reforça combate ao feminicídio
Desacordo Cliente registra ocorrência por desacordo comercial após atraso em conserto de celular em Sete Lagoas
Tráfico de drogas Polícia Militar prende suspeito por tráfico de drogas e apreende crack, cocaína e munições em Sete Lagoas
Tráfico de drogas Mais de 800 quilos de drogas são apreendidos em grande operação em Sete Lagoas
Desaparecimento Cão farejador identifica vestígios de crianças desaparecidas
Importunação sexual Mulher denuncia importunação sexual em academia em Sete Lagoas
Acidente de trânsito Retorno de Guarapari termina em tragédia: colisão entre ônibus de turismo e carreta deixa uma pessoa morta e vários feridos
Investigação Filho de jovem morta por ex foi “peça chave” de investigação em Curvelo Mín. 16° Máx. 21°

